segunda-feira, maio 30, 2005

Durão Barroso no seu primeiro discurso na AR como PM

O Orador: — Por isso, quero sublinhar e explicar um ponto ao Sr. Deputado Manuel Maria Carrilho, que convém que todo o País também entenda: não há dinheiro para tudo! E esta é que é a questão: quando não há dinheiro para tudo, o que é que pode fazer uma família, o que é que pode um Governo? Ou se endivida ou poupa. Como já não nos podemos endividar mais, porque o Estado está endividado, a banca portuguesa está endividada e, como não vamos roubar, temos de poupar.

O Sr. Basílio Horta (CDS-PP): — Muito bem!

O Orador: — Será que isto é tão difícil de compreender?... Não vamos roubar; temos de poupar! Essa é que é a questão essencial. Por isso, rigor! Rigor no Estado, rigor nas empresas públicas, rigor na comunicação social! Esta é a nossa mensagem. E, por isso, vamos levar a cabo este esforço nacional de contenção e de modelo.

Aplausos do PSD e do CDS-PP.

sexta-feira, maio 27, 2005

Cosa c'è???

Non so cosa c'è scritto. capisco solo che parlate di calcio..benfica. beh, ora voi non capirete me...ma non resisto! Da interista non posso non commentare la bellissima partita del Milan mercoledì!!! :-))))Non so se avete visto la partita e le facce dei giocatori del Milan alla fine del primo tempo: sorrisi a 36 denti.E poi il miracolo: in 6 minuti il sorriso si è prima gelato e poi è scomparso. 3-3!!!!!!Rigori e il grande, bellissimo, bravissimo, pallone d'oro di sheva sbaglia il tiro. Se non siete dell'Inter (e non lo siete!) non potete forse capire la goduria. Ma se immaginate che il Milan è la squadra del nostro grandissimo e bravissimo Presidente del consiglio Berlusca....beh....chi sano di mente non gode a vederlo sconfitto???un bacio a tutti, in particolare a Marcelo. Chiara from Italy

terça-feira, maio 24, 2005

Amanhcer Violento

AMANHECER VIOLENTO


Após todas as emoções vividas na Invicta, mais propriamente no Estádio do Bessa e depois de uma viagem infernal até casa, caio finalmente na cama e adormeço.
Acordo ás 9.00 a.m. com a cara mais feliz dos últimos 11 anos, faço um pequeno flash back do que tinha vivido nas ultimas horas e o sorriso aumenta ainda mais, esfrego os olhos, espreguiço-me e ligo a televisão, escolho a sic noticias (passo a publicidade).
A curiosidade, hoje, era ainda maior: será que os super dragões durante a noite tinham construído fronteiras e proclamado o “ Principado dos Gunas que não sabem perder e alem de burros chapados a única frase inteira que sabem dizer é Pinto da Costa” ???!!!
mas não, deparo-me com a noticia que o défice ronda os 6,8%, volto a esfregar os olhos, era a realidade, começo rapidamente a pensar o porquê da escolha deste dia para ser transmitida tal noticia:
- Será que foi a pedido do Pinto da Costa de forma a tentar estragar este dia aos Benfiquistas???!!!,
- Será que o Sócrates é Sportinguista e andou a adiar .. adiar.. (o q é normal neste governo) a noticia de forma a estragar este dia aos Benfiquistas???!!!
- Será que era difícil esperar mais um dia e depois transmitir a noticia deixando os Benfiquistas felizes por mais um dia???!!!
Paro e presto atenção à noticia, reparo que o único dado novo é mesmo o valor do défice porque tudo o resto é velho: tentam-se apurar culpados que nunca irão ser encontrados; falam do que não se fez (ora obrigadinha isso ate eu sei); falam de medidas a aplicar que estão em qualquer manual de economia e finanças; e de novo??? De novo só mesmo: O BENFICA CAMPEÂO OLE OLE ehehehehe e que se lixe o défice…………..

segunda-feira, maio 23, 2005

E quê? Capotou foi???


aviãozinho Posted by Hello


Ai o trem de aterragem é ali? Se calhar o aviãozinho pensa que ainda está a voar.

Mas e quê? Capotou foi?

Ai que o diabo é tendeiro...


Avião Posted by Hello




Confirmam-se as piores expectativas. O piloto era uma mulher. Aliás pode-se ver que ela deu à costa ainda um pouco entorpecida. Lá calha.

Quem é que põe uma mulher a pilotar uma coisa destas? Hummm?!!!

sábado, maio 21, 2005

OportoGest rules GG this year!!!

Vai realizar-se a 1ª volta do nacional do Gestão Global. Este ano conta com a equipa sensação do Trainee OportoGest, patrocinada por este blog.

Se houver tempo, daremos conta aqui das estratégias adoptadas durante esta fase do campeonato. AH!!! E tenham medo, tenham muito medo, porque nós estaremos lá.

Por isso façam força por nós (hum, como se fosse preciso o apoio minoritário dos adeptos deste blog, ha!!! Façam força mas não se borrem.

Beijinhos e abraços e muitos palhaços...

P.S. Se alguém fizer alguma ideia de como se administra uma empresa industrial, pode mandar berlaites. Serão tidos em conta.

OportoGest

No Tubarão...

Este blog está ficar com uma qualidade...!!!!

Ora bem, a cerca de 24 horas, do término deste campeonato incrível, para mim, e para alguns curiosos das causas matemáticas a coisa ainda está em aberto. As razões do coração não são para aqui chamadas, claro.

O Porto ganha no Dragão e que o benfica (com letra minúscula claro) perde no Bessa. Seja como for a festa será sempre no Porto.

Tal é o desejo que deixo aqui uma proposta ao DrTrex, que reza assim:

MEU QUERIDO, APOSTAMOS ESTE CAMPEONATO. (SABES A MINHA LOUCURA PELO FUTEBOL CERTO?) MAS APOSTAMOS. SE O PORTO GANHAR ESTE CAMPEONATO (DE FUTEBOL), VESTES A CAMISOLA AZUL DO PORTO E PAGAS A SAPATEIRA NO TUBARÃO. SE O PORTO PERDER, PAGO EU, (COM MUITO GOSTO) E VISTO A CAMISOLA DO BENFICA.

CERTO?

É só por dizeres que não acredito na vitória, e para saberes que quem ri por último, ri certamente melhor.

Cumprimentos e não te esqueças de dar o teu aval. Beijinho minha águia poedeira.

Meia dúzia de ideias incoerentes

1) Um curso superior serve para disfarçar estupidez.

Já há muito tempo que venho alertando para o facto de que um curso superior neste nosso Portugal é um anátema mais do que um catalizador. É vergonhoso ver tanto trabalho que fica por fazer neste país porque os nossos licenciados querem esperar pelo emprego (não trabalho, atenção!) que corresponde ao que estudaram na faculdade. Têm que respeitar a sua vocação... ou serão maus profissionais, defendem. Desculpas de mau pagador, digo eu! A Preguiça também é um pecado mortal.

2) O carácter vê-se no trabalho diário.

Fui educado desde novo a ajudar no que podia no negócio da família. Vergar a mola para ganhar o pão nosso de cada dia não é vergonha. Roubar é que é. Não me sinto menos digno ou pior gestor porque ocasionalmente carrego móveis para as casas dos clientes. A necessidade assim o ordena. A necessidade é a mãe de toda a acção. Não devia ser mas é.

3) À procura do sonho... encontra-se a sesta.

Há uns tempos atrás tinha uma vendedora que auferia de um rendimento líquido de 200 contos mensais. Vendia 2000 contos por mês. A loja tinha que vender 4000 + IVA para cobrir só as despesas. A moça veio ter comigo e demitiu-se, não tanto pelo baixo salário mas mais porque não a satisfazia um emprego que nada tinha a ver com a sua licenciatura de Relações Internacionais.
Substituí-a por outra da mesma idade sem curso nenhum mas com vontade de trabalhar. Dei-lhe 80 contos por mês, o que não era mal para quem vinha recebendo o salário mínimo no anterior emprego. A moça nova vendia-me 4500 contos por mês +IVA. (Lá se vai o mito de quanto mais alta a remuneração mais motivados estão os funcionários, melhores os resultados da empresa.)
A licenciada passados quatro anos continua desempregada; vale que o marido é um mouro de trabalho e um engenheiro muito competente que ganha para os dois. A moça agora é dona de casa. (Relembro que ela queria um emprego que tivessse a ver com o curso de Relações Internacionais.)

4) Só damos valor ao que temos quando o perdemos.

Por volta da mesma altura, certo dia estava eu a chegar à loja vindo das traseiras. Bato ao portão para me deixarem entrar. Vem a moça do escritório desde a secretária dela a uns bons 7 metros de distância abrir-me o portão. Entro e deparo-me com o pai dela (Não sei até hoje o que estava lá a fazer) a insinuar que não fazia parte das tarefas da filha abrir o portão; afinal de contas, ela era a "escriturária". Ora bem, a moça tinha o 9º ano completo e para além de agrafar guias de remessa a facturas, pôr selos nos envelopes e pagar contas da EDP nos correios, não sabia fazer muito mais. Hoje em dia trabalha na peixaria do Feira Nova. Mas não deve abrir muitos portões, vá lá.

5) Desafiar e fugir à luta é cobardia.

Anda para aí muita gente enganada em relação ao seu real valor. É típico em Portugal dizer mal dos outros. Os funcionários estão sempre a dizer mal dos patrões, como se eles fizessem melhor se mandassem, mas quando toca a chegar-se à frente com seu dinheiro, alto!, que isto anda difícil; é melhor esperar...

6) O meu adversário motiva-me a dar o meu melhor.

O empreendorismo não é algo que se ensine em aulas. Em certa medida é genético. Os filhos de empresários têm mais facilidade em tornar-se empresários, porque estão habituados desde novos a lidar com o risco de um negócio. Estão também sensibilizados para o facto de terem constantemente de criar oportunidades, não de esperar por elas. Ser empresário em Portugal é reagir. E às vezes fomentar a mudança mesmo que não a controlemos, só porque antecipamos que outros estarão ainda mais mal preparados. Basicamente, é gostar de estar em constante desafio. O conforto e a acomodação são palavras banidas. Parar é morrer.

O cavalo do sr. doutor.

Vou-vos contar uma história.

Rezam as más linguas, algumas com dor de cotovelo (sim, linguas com dor de cotovelo também existem), que tempos houve em que, para se ser doutor era apenas preciso ter dinheiro. Não muito, apenas uns contos de réis.

O senhor proprietário, vamos supor, daqueles com vastas terras de cultivo nas Beiras tinha um filho. Decidido a fazer do filho doutor rumou a Coimbra na companhia do se primogénito, montado cada um no seu mamífero quadrúpede perissodáctilo, pronto desculpem... cavalo.

Chegados a Coimbra dirigiram-se à reitoria da Universidade.

- Vim cá para fazer do meu filho um doutor. Disse com a arrogância de quem nunca conheceu dificuldades em mandar nos seus súbditos.

-Ah, pois, claro. Mas é que sabe que isto não é assim...

-Não é assim? Como não é assim?

-Pois, é que são precisos muitos anos e estudar, frequentar a Universidade.... e uns têm jeito e outros não, uns são capazes e outros.... bem, o senhor proprietário sabe... não são. Não têm o que é necessário.

O senhor proprietário pousa a bolsa cheia de moedas na mesa e pergunta:

-Pois e isto é o necessário ou ainda sobra troco?

Como contra factos não há argumentos, o rapazote saiu de lá com o grau de doutor, claro. Contentes e felizes da vida lá retornaram a casa. Pelo caminho, diz o filho para o pai.

-Ó senhor meu pai? O senhor meu pai que sempre foi um homem digno, esperto e rico. Que mandou em toda a gente que conhece e foi habituado a ter o poder nas mãos, não quer também ser um doutor?

Depois de uma breve discussão o pai lá reconheceu e voltaram para trás. Repetem o processo e as moedas voltam a falar mais alto.

Voltam a casa. Mais uma vez pelo caminho e vendo que as coisas até eram fáceis diz agora doutor filho.

-Senhor meu pai?

-Diz?

-Pois. O senhor meu pai sabe, esse cavalo já fez tantas viagens pelo país fora, transportando-o em tantos momentos importantes da sua vida e também da minha, foi até nele que aprendi a montar...

-Sim, que queres dizer, meu filho varão e doutor?

-Pois, não acha, senhor meu pai, que podíamos voltar atrás e fazer dele também um doutor?

-(risos)Então um cavalo doutor!!? Bem , nem era assim tão má ideia e afinal de contas este cavalo às vezes é mais esperto que a tua mãe e não fala, o que é uma vantagem clara em relação a ela. Merece sim senhor. Voltemos lá então.

Entraram em Coimbra (de novo) e dirigiram-se à reitoria.

-Vínhamos pedir ao Sr. Reitor que fizesse do meu cavalo um doutor. É um animal manso, esperto e é um verdadeiro companheiro...

-Impossível diz o Reitor pousando os óculos e dando um jeito aos ombros.

-Impossível? Não pode ser. Diga-me quanto custa que eu tratarei de providenciar o dinheiro. Diga-me quanto é.

Diz o reitor, com autoridade: - Pois, mas mesmo assim é impossível. (E prosseguiu) É que nós aqui nesta universidade, de burros fazemos doutores, mas aos cavalos não podemos fazer nada.

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Pois é. A formação académica é coisa de muito de valor, tanto para um país como para a própria pessoa. A escola é uma parte integrante de uma socialização que se quer abrangente e a Universidade ajuda-nos a adquirir os conhecimentos técnicos e específicos numa determinada área. Mas isso não faz de nós, os estudantes, ou doutores, melhor do que os outros, que não estudaram. Conhecimentos técnicos podem ser das mais diversas áreas e os sapateiros, por exemplo, que não têm Universidade, têm, no entanto, os conhecimentos técnicos para coser sapatos. Por isso quando temos os sapatos rôtos vamos ao sapateiro, certo? Os doutores também lá vão, certo? Pronto então.

Não podemos esquecer que todos precisamos uns dos outros e ninguém é mais do que o outro. Pode ser mais estúpido mas isso é outra questão.

O grau de doutor não fornece carácter, nem personalidade e cada vez mais deixa de ser sinónimo de inteligência.

E mais. O doutor, fruto da sua vocação académica, e do seu conhecimento que se quer abrangente deve estar preparado para fazer o que for preciso, também fora da sua área de qualificação e formação profissional.

Por isso se for preciso cavar terra, deve calçar as botas e trabalhar. A formação não deve ser vista como redutora das tarefas, mas como o instrumento que permite abrir o leque das possibilidades.

Por isso é que digo que há por aí muito cavalo doutor, a pensar que um canudo preenche lacunas de falta de educação, carácter e personalidade. E é preciso trabalhar, e tentar apenas ser o melhor naquilo que se faz, seja o que for.

P.S. Não tive razões de queixa. Não tenho dor de cotovelo. Mas custa-me ver um país cheio de possibilidades, e que apesar de tanta formação académica continuamos sem empreendorismo, sem competitividade e a viver claramente acima daquilo que podemos e seria aconselhável. E mais. Fazemos mesmo questão disso. De viver sem empreender, sem poupar, sem investir e reinvestir. De hipotecar o futuro para ter um carro melhor, uma casa melhor e uma viagem de férias melhor.

Ah, e se não concordarem com isto pelo menos não esqueçam a história que vos tentei contar o melhor que soube.

Diplomacia pura.

O ministro dos negócios estrangeiros espanhol, na companhia do Freitas, veio dizer que está incondicionalmente ao lado de Portugal nas negociações do próximo quadro comunitário de apoio, junto de Bruxelas.

E não digo mais nada. Pergunto apenas: Então e poderia lá ser de outra forma? Grande novidade seria se estivesse contra as pretensões de Portugal, ao exigir o melhor financiamento possível! Ahahahah. Ai, ai.

Mas eu não gosto de dizer mal. Temos que ser pró-activos. (gosto desta palavra, gosto mesmo, faz-me pensar nos iogurtes e nos bifes ou bífidos do lombo.

sexta-feira, maio 20, 2005

Ele há cada coisa...!!!

Existem dias durante a vida, em que por si só, vale a pena acordar.

Mas mesmo. Vale mesmo a pena acordar. Acordar só. Acordar simplesmente. Acordar por acordar.

E acordar até é bom.

Eu gosto de dormir porque é bom, mas acordar também é bom. Abrir os olhos é bom.

Por isso meu povo, toca a acordar, porque enquanto dormimos, isto vai por água abaixo.

Acordar. Mas acordar mesmo.

quarta-feira, maio 18, 2005

As cadeiras da sala de espera....

Hoje fui ao dentista.

Escolhi-o a dedo... Percorri as paginas do livro de médicos do meu seguro e escolhi aquele que tinha melhor nome, associado à localização mais cara. Acho que isto é um bom método, ou seja, se o homem é bom em marketing, então deve ser bom dentista, justifica-se... Pois se foi capaz de escolher um nome tão pomposo para uma simples clínica de ortodontologia, de certeza sabe tratar uma cárie. Do mesmo modo, se pode pagar a renda num edificio daqueles, é porque tem freguezes, certo? Também acho.

De facto assim foi. Aquilo é um pequeno luxo... A recepcionista é uma jóia de pessoa. Bem, pronto, eu digo, um rubizito... pronto, por lapidar, vá lá.... mas ainda assim com a simpatia de quem manda alguém para a cadeia, e lava daí as mãos.

A sala de espera, convenientemente decorada ao estilo pós-moderno (digo eu), apesar de n ter janelas, é confortável. Acolhedora, sim senhor, uns belos quadros, com ar de terem sido escolhidos pelo preço e nunca pelo bom gosto, umas belas cadeiras, num aço escovado retorcido pós modernista, (sem ser de vanguarda). Vê-se que são obra de designer convencido, e como em todo lado, as revistas cor-de-rosa em versões, todas elas actualizadas. Sentei-me.

O mobiliário, recebe bem o corpo e, confortavelmente fodem as costas a um gajo. Dass, que guinada. Devia ser proibido. Até fui à entrada ver se estava no sítio certo, não fosse aquilo a sala de tortura. Se calhar é uma espécie de dor introdutória, para nos preparar para o que vai acontecer lá dentro. Ou se calhar estavam ao contrário. Pois, é frequente esta malta do desenho pensar que um gajo sabe o que lhes vai na mona.

Para os mais piadéticos devo dizer que as cadeiras não tinham pernas, ok? Daí que qd me sentei, blá, blá, vocês entendem.

O tempo passado na sala de espera é sempre uma "coisa de valor", como diz a menina dos chocolates... Depois de resolvido o problema das cadeiras resolvi pegar numa daquelas revistas. (Também tenho o direito de me rir, certo?)

Por entre panfletos com coisas terríveis como fotografias de dentes amarelados pelo café e cigarros descobri o que há muito esperava. Pelo menos de forma legal. Existe uma coisa (um gás) que nos põem no nariz e que permite afastar o medo de dentistas. Resolvi experimentar. Valeu a pena. Amanhã volto lá. Foi um fartote. amanhã volto lá. Não me sentia assim desde que resolvemos acender 4 charros dentro de um carro com os vidros fechados... MUITO BOM.... Não sei se vos disse, mas amanhã volto lá.

Depois de duas inalações bem medidas entrei...

É engraçado a forma como ele tenta fazer conversa connosco. Como se não bastassem os dois tubos de aspiração, um berbequim , dois dedos da enfermeira, e uma cena de algodão dentro da boca ainda somos obrigados a responder para não fazer má figura.

Por falar em enfermeira. Não sei se foi do gás mas ela era mesmo boa. Também pode ter sido por ter repousado uma mama no meu ombro, mas não tenho a certeza, quando lá voltar (amanhã) vou tentar relatar-vos os pormenores.

terça-feira, maio 17, 2005

E depois do adeus... o que faço aqui?

Entrou tudo em blackout. De repente o pessoal entrou em depressão e já ninguém arrota posts de pescada com os bitaites da semana. É no que dá uma maioria socialista e a ausência de um campeonato da Europa. Já nem a final de Alvalade anima as hostes patrióticas deste nosso pequeno cosmos. Pois bem, como já devem ter percebido, não há qualquer mensagem a reter deste post. Apenas um convite para recomeçar as hostilidades. Amigos, concidadãos, enviem os vossos posts. A época de caça está aberta.

Por mim aproveito para maldizer o Pezudo e a sua personalidade medrosa. E o Ricardo que não tem nada que esfregar vaselina nas luvas antes dos jogos. (Que saudades do tempo em que defendia penaltis de mão nua!!) E para rematar vou deixar um daqueles parágrafos definitivos, bem ao meu estilo, a lembrar uma profecia antiga:

"É inconcebível que uma equipa de rodriguinhos mas sem profundidade e rigor na defesa aspire à conquista do que quer que seja, ainda para mais da taça UEFA. O Sporting estará lá não para disputar o título mas antes para ser o gongo da festa. Negar esta evidência é desconhecer as idiossincrassias do futebol profissional. Categoricamente vaticino a derrota, em casa, do Sporting."

P.S.- Espero sinceramente que esta profecia tenha tanto de válido quanto a da maioria absoluta do PS. :-)